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NOTA DE DESAGRAVO PÚBLICO
Sex, 10 de Julho de 2020 08:20

NOTA DE DESAGRAVO PÚBLICO

 

          O Conselho Regional de Medicina do Estado do Tocantins, segundo decisão aprovada por unanimidade pelo seu Conselho Pleno, nos autos do Processo de Desagravo Público nº 001/2020, de 03 de junho de 2020, depois de procedidos os prazos legais,  vem a público desagravar os Médicos e a Medicina do Estado do Tocantins, ofendidos no seu exercício  pelo Senhor Henrique Prata – Presidente da Fundação Pio XII – Hospital do Amor,  fazendo publicar esta Nota de  Desagravo  na imprensa local, no portal desta Autarquia na web e no Diário Oficial do Estado.

            

            Gize-se que o fato ocorreu em 29 de maio de 2020, quando o ofensor utilizou-se da rede social “Canal 63 Tocantins em 1º Lugar” para, em matéria jornalística, de forma incisiva e deselegante afirmar que: “A Medicina que vi no estado é de menos que meia boca, o que tem aí é de quinta categoria”, com ampla e rápida divulgação,  atingindo direta e pessoalmente a imagem, a honra e a dignidade dos Médicos e a Medicina deste Estado”.

 

           O direito de exercer a Medicina e o respeito às atividades inerentes à profissão médica impõem para toda sociedade, a observância de tratamento compatível com a dignidade da Medicina. 

          

           Recebe o ofensor Henrique Prata, o mais veemente repúdio, posto que, os Médicos deste Estado querem demonstrar à comunidade Tocantinense que não estão dispostos a tolerar qualquer mácula às suas prerrogativas profissionais e manterão postura profissional altiva,  agindo sempre no estrito cumprimento dos deveres da Ética e da Moral. 

 

Palmas, 09 de julho de 2020

Jorge Pereira Guardiola

Presidente

 

 
Como a COVID-19 muda a maneira como tratamos a Hiperplasia Prostática Benigna?

A entrada da COVID19 em nossas vidas tornou mais complicado o dia a dia de milhões de homens com aumento da próstata.

A crise médica da COVID-19 resultou em efeitos imediatos na prática urológica, em particular a grande redução de cirurgias eletivas, como o tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna.  Os impactos desses efeitos são complexos e é provável que a crise não apenas afete os tratamentos atuais, mas também ofereça ainda mais desafios e mudanças aos urologistas, pacientes e organizações hospitalares que persistem após a crise pandêmica.

O cenário é desafiador para todos instituições, urologistas e pacientes, mas ao mesmo tempo pode revelar oportunidades em meio a crise, como tratamentos minimamente invasivos ou cirurgias adaptadas para o sistema “Day Hospital” , a fim de economizar capacidades de sala de cirurgia e diminuir o tempo de permanência do paciente no serviço de saúde.

Durante o período de isolamento social, o impacto deletério da obstrução do trato urinário, causado pela HPB, na qualidade de vida dos pacientes aumentou, isso devido ao atraso no tratamento, levando a eventos mais significativos, como retenção urinária , infecção e incontinência.

Com as cirurgias eletivas interrompidas, impactou em um enorme atraso nas filas dos serviços públicos , e também no surgimento de uma demanda reprimida nos planos de saúde e serviços particulares.

A telemedicina contribuiu para que os tratamentos clínicos pudessem continuar, através de consultas e liberação de receitas. Porém, a grande maioria dos pacientes não conseguiu acesso a essa ferramenta tecnológica, e da mesma forma, muitos urologistas ainda não utilizam a plataforma de atendimento.

Nesse contexto, a urologia caminha para a adaptação de novas tecnologias e implementação de práticas mais modernas para o tratamento da Hiperplasia Prostática, que atinge cerca de 25 % dos homens com mais de 50 anos, chegando a 90% dos homens com mais de 80 anos .

Dr Adelmo Aires Negre
CRM-TO 2678
RQE- 1113
Presidente da Sociedade Brasileira de Urologia- Seccional Tocantins

 
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